O paradoxo da mão de obra: por que sobram vagas mesmo com baixo desemprego

01.12.2025

Com desemprego em 5,6%, o Brasil vive um apagão de mão de obra qualificada. A CNI aponta que 62% das indústrias têm dificuldade para contratar profissionais técnicos, reflexo de uma formação ainda distante das demandas do mercado.

Além disso, a alta rotatividade pressiona empresas e reduz produtividade — em média, o tempo de permanência em cargos é de apenas 26 meses no comércio paulista.

A geração mais jovem busca autonomia e propósito, o que exige novas propostas de valor. Flexibilidade, crescimento e cultura organizacional passaram a valer mais do que estabilidade.
Empresas que entenderem isso sairão na frente na guerra por talentos.