Newsletter – 2026 exige mais estratégia: pessoas, sistemas e decisões no centro do negócio

10.02.2026

COMO O RH ESTÁ REDEFININDO ESTRATÉGIAS EM 2026

Esqueça a ideia de que benefício corporativo é custo. Em 2026, ele é ativo estratégico.

Empresas de ponta já entenderam que oferecer um bom salário não basta. É preciso entregar experiências personalizadas, conectadas ao momento de vida de cada colaborador. O que antes era visto como “pacote padrão” hoje é fator decisivo de atração, retenção e posicionamento competitivo.

Segundo a pesquisa “Benefícios Corporativos 2025”, da Robert Half, 84% dos profissionais desejam escolher seus próprios benefícios — mas apenas 21% têm essa possibilidade. O dado revela uma oportunidade clara de diferenciação.

Personalização virou padrão
O modelo “tamanho único” ficou para trás. A nova regra é flexibilidade e escuta ativa. Benefícios precisam dialogar com bem-estar, saúde mental, qualidade de vida e propósito.

Empresas que ainda oferecem apenas vale-refeição e plano de saúde básico estão ficando para trás.

Como resume Gustavo Chehara, CEO da Joyn Benefícios:
“Não existe mais espaço para pacotes genéricos. Quem personaliza, fideliza.”

Benefícios que impactam o caixa (positivamente)
O estudo da Pluxee aponta que empresas com alta diversidade são 27% mais lucrativas. Benefícios bem estruturados impactam diretamente:

Redução de custos com afastamentos
Aumento do engajamento e produtividade
Fortalecimento da cultura organizacional
Nos Estados Unidos, a Aon reforça a tendência: o foco está na saúde integral, atração de talentos e eficiência financeira. O novo trabalhador é mais exigente e mais consciente — e a empresa precisa acompanhar essa evolução.

 
ALERTA FISCAL: EMPRESAS ATRASAM ADEQUAÇÃO À REFORMA TRIBUTÁRIA
A virada de ano trouxe exigências concretas da Reforma Tributária. Desde 1º de janeiro de 2026, empresas do Lucro Real e Presumido já estão obrigadas a adaptar seus sistemas fiscais à nova realidade.

Entretanto, segundo a Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae), mais de 80% ainda não concluíram a parametrização fiscal.

Isso significa exposição a falhas, risco de autuação e retrabalho operacional.

Parametrização não é detalhe técnico — é pilar estratégico
Parametrização fiscal é a correta configuração das regras tributárias nos sistemas de faturamento. Envolve cadastro de tributos, CFOPs, CSTs e inclusão de novos campos na NF-e.

Quando mal feita, gera:

Notas fiscais com erros
Problemas na escrituração
Risco fiscal elevado
Multas e retrabalho
O maior gargalo: integração e organização
Empresas que ainda dependem de planilhas soltas e processos manuais enfrentam maior dificuldade de adaptação.

Em 2026, gestão tributária exige:

Sistemas confiáveis e atualizados
Dados centralizados
Integração real entre contabilidade e operação
O contador assume papel estratégico na reestruturação fiscal.

Pessoas também fazem parte da equação
Não adianta ter sistema adequado se a equipe não entende as mudanças. A capacitação do faturamento é essencial para evitar erros que impactam diretamente o caixa.

 
SIMPLES NACIONAL: HORA DE AGIR ANTES DA EXIGÊNCIA
As regras atingem, por ora, empresas fora do Simples Nacional. Mas a transição apenas começou.

Quem se antecipa:

Reduz sobrecarga futura
Evita correria de última hora
Ganha tempo para ajustes finos
2026 é o ano da operação fiscal. O foco está em revisar processos, atualizar sistemas, estruturar dados e treinar equipes.

Empresas que levarem essa fase a sério sairão na frente.

 
TRIBUTAÇÃO NO DESTINO MUDA O JOGO DO E-COMMERCE
Com a criação do IBS e da CBS, entra em vigor a tributação no destino. O imposto passa a ser recolhido no estado do consumidor.

Isso altera precificação, margens e competitividade.

Preço padronizado virou risco
Empresas que aplicam preço fixo nacional precisarão rever seus modelos. A alíquota varia por estado e pode corroer margens.

O frete também sofre impacto tributário, exigindo ajustes na formação de preço.

Marketplaces e créditos tributários
Quem vende por marketplace precisará acompanhar geração e aproveitamento de créditos ao longo da cadeia. Ignorar isso pode gerar prejuízos silenciosos.

Regime tributário deixa de ser escolha apenas financeira
E-commerces no Simples ou Lucro Presumido precisarão reavaliar enquadramento.

Tecnologia, pricing e fiscal passam a operar de forma integrada.

 
CONFLITO ENTRE SÓCIOS VIRA AMEAÇA SEM GOVERNANÇA
Conflitos societários não são exceção. O problema é a ausência de governança estruturada.

Empresas com acordos genéricos ficam vulneráveis a impasses que travam decisões e minam confiança.

O custo invisível do conflito
Conflitos mal geridos:

Adiam projetos estratégicos
Paralisam decisões
Enfraquecem lideranças
Criam tensão interna
Prejudicam crescimento
Quando públicos, afetam reputação.

Governança não evita conflito — evita caos
Gestão societária preventiva exige:

Regras claras sobre papéis
Acordos de sócios atualizados
Mecanismos ágeis de solução de conflitos
Estrutura jurídica alinhada à evolução do negócio
Governança é tão importante quanto fluxo de caixa.

 
REFORMA TRIBUTÁRIA MANTÉM RET E EVITA IMPACTO EM INCORPORAÇÕES
Empreendimentos enquadrados no Regime Especial de Tributação (RET) não serão automaticamente migrados para o IBS e CBS.

Projetos estruturados sob patrimônio de afetação permanecem no regime simplificado.

Previsibilidade evita insegurança jurídica
Alterar regime no meio do contrato poderia gerar desequilíbrio econômico e disputas jurídicas.

A nova regra cria transição baseada em critérios objetivos.

Habitação social também foi favorecida
O tratamento especial foi estendido a empreendimentos de interesse social, reforçando papel extrafiscal da tributação.

 
REFORMA TRIBUTÁRIA EXIGE AÇÃO ESTRATÉGICA IMEDIATA
A criação do IBS e da CBS altera toda a lógica operacional do consumo.

A nova realidade exige:

Revisão de contratos e margens
Reconfiguração de sistemas
Reestruturação cadastral
Ajustes operacionais em escala
O contador assume papel consultivo.

Modelagem tributária personalizada é indispensável
Cada negócio será impactado de forma diferente. É necessário:

Simular impactos
Avaliar regimes
Projetar cenários
Decisões genéricas podem custar caro.

 
VALUATION E M&A VALORIZAM ESCRITÓRIOS CONTÁBEIS
O mercado contábil vive consolidação e pressão tecnológica.

Valuation analisa:

Base e retenção de clientes
Recorrência de receita
Estrutura operacional
Escalabilidade
Governança e tecnologia
Fusões e aquisições podem significar expansão estratégica.

 
CUIDADOS COM BANCOS DIGITAIS PROTEGEM O CAIXA
Antes de abrir conta:

Verifique autorização no Banco Central
Confirme associação ao FGC
Avalie reputação
Não misture contas pessoais e empresariais
Promessas de rentabilidade acima da média exigem cautela.

Em caso de liquidação:

Solicite ressarcimento ao FGC
Transfira operações
Suspenda novos aportes
 
INDISPONIBILIDADE NOS SISTEMAS DO CFC
Sistemas DECORE, COAF e CNAI ficaram indisponíveis temporariamente.

Impacto direto na emissão de declarações e comunicações obrigatórias.

Empresas devem ajustar prazos e manter alinhamento com seus contadores.

 
COPOM MANTÉM SELIC EM 15%
O Copom manteve a Selic em 15% ao ano, mas sinalizou possível início de cortes.

Inflação em desaceleração, expectativas ainda acima da meta e cenário externo incerto justificam cautela.

A próxima reunião será decisiva.

 
IA IMPULSIONA NOVA LIDERANÇA NA DISNEY
A ascensão de Josh D’Amaro ao comando da Disney revela movimento estratégico: a IA barateia conteúdo, mas aumenta valor da experiência física.

A lição é clara: o diferencial está no que a tecnologia não automatiza.

 
COMUNICAÇÃO INTERNA VIROU ENGAJAMENTO
Empresas que tratam comunicação como ferramenta estratégica fortalecem cultura e reputação.

Exemplo prático demonstrou aumento expressivo de abertura, confiança interna e engajamento digital.

 
TENDÊNCIAS 2026: CONECTAR É MAIS IMPORTANTE QUE VENDER
Consumidores buscam:

Gastronomia funcional
Vida offline
Equilíbrio
Experiência paga
Comunidades por afinidade
 
Esquece a adaptação de blog, mande o texto completo de cada matéria para eu copiar e colar aqui por favor.
 
Perfeito. Vou transcrever abaixo o texto completo de cada matéria, exatamente com o conteúdo integral da newsletter, apenas organizado em blocos por tema para facilitar seu copiar e colar.

Fonte: 

NEWSLETTER ALB DIREITO EMPRESAR…

 
COMO O RH ESTÁ REDEFININDO ESTRATÉGIAS EM 2026
Esqueça a ideia de que benefício corporativo é custo. Em 2026, ele é ativo estratégico. Empresas de ponta já entenderam: oferecer um bom salário não basta. É preciso entregar experiências personalizadas, que se conectem com o momento de vida de cada colaborador.

Segundo a pesquisa “Benefícios Corporativos 2025” da Robert Half, 84% dos profissionais querem escolher seus próprios benefícios, mas só 21% têm essa possibilidade. Isso aponta para uma oportunidade real de diferenciação competitiva.

Personalização virou padrão

O modelo “tamanho único” ficou para trás. A nova regra é: flexibilidade e escuta ativa. Benefícios precisam conversar com bem-estar, saúde mental, qualidade de vida e propósito. A empresa que ainda oferece apenas vale-refeição e plano básico de saúde está ficando para trás.

Gustavo Chehara, CEO da Joyn Benefícios, resume bem o momento:
“Não existe mais espaço para pacotes genéricos. Quem personaliza, fideliza.”

Benefícios que impactam o caixa (positivamente)

O estudo da Pluxee vai direto ao ponto: empresas com alta diversidade são 27% mais lucrativas. E isso não é só discurso bonito. Benefícios bem desenhados impactam diretamente:

Redução de custos com afastamentos
Aumento do engajamento e produtividade
Fortalecimento da cultura organizacional
Nos EUA, a Aon reforça a tendência: o foco está na saúde integral, atração de talentos e eficiência financeira. Tudo isso impulsionado pelo novo comportamento do trabalhador — mais exigente, mais consciente.

 
ALERTA FISCAL: EMPRESAS ATRASAM ADEQUAÇÃO À REFORMA TRIBUTÁRIA
A virada de ano trouxe mais do que resoluções para as empresas brasileiras: trouxe exigências concretas da Reforma Tributária. Desde 1º de janeiro de 2026, as empresas do Lucro Real e Presumido já estão obrigadas a adaptar seus sistemas fiscais à nova realidade. Mas, segundo a Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae), mais de 80% ainda não concluíram a parametrização fiscal.

Isso significa que a maior parte das empresas continua exposta a falhas, riscos de autuação e retrabalho operacional.

Parametrização não é detalhe técnico — é pilar estratégico

A parametrização fiscal — ou seja, a correta configuração das regras tributárias nos sistemas de faturamento — virou prioridade crítica. Ela envolve desde o cadastro adequado de tributos, CFOPs e CSTs até a inserção de novos campos na Nota Fiscal Eletrônica (NF-e).

Quando mal feita (ou negligenciada), o resultado é direto:

Notas fiscais com erros
Problemas na escrituração e cruzamento de dados
Risco fiscal elevado
Multas e retrabalho
O maior gargalo? Integração e organização

Empresas que ainda dependem de planilhas soltas, processos manuais e falta de integração entre áreas enfrentam maior dificuldade na adaptação. Em 2026, a gestão tributária exige:

Sistemas confiáveis e atualizados
Dados centralizados
Integração real entre contabilidade e operação
Aliás, o papel do contador vai além do fechamento do mês: ele precisa atuar como parceiro estratégico na reestruturação fiscal.

Pessoas também fazem parte da equação

Não adianta ter o sistema certo se quem emite a nota não entende as mudanças. A capacitação das equipes de faturamento é essencial. Sem isso, o risco de erros manuais aumenta — e o impacto vai parar no caixa da empresa.

 
SIMPLES NACIONAL: HORA DE AGIR ANTES DA EXIGÊNCIA
Hoje, as regras atingem empresas fora do Simples Nacional, mas a transição está apenas começando. Quem se antecipa:

Reduz sobrecarga futura
Evita correrias de última hora
Ganha tempo para ajustes finos
2026: o ano da operação fiscal

A Reforma Tributária agora exige ação prática. O foco está em:

Revisar processos
Atualizar sistemas
Estruturar dados
Treinar equipes
Empresas que tratarem essa fase com seriedade sairão na frente, com mais segurança, menos erros e maior controle sobre suas obrigações fiscais.

 
TRIBUTAÇÃO NO DESTINO MUDA O JOGO DO E-COMMERCE
A Reforma Tributária está mudando as regras do jogo para quem vende online. Com a criação do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e da CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), entra em vigor a tributação no destino — ou seja, o imposto passa a ser recolhido no estado onde o consumidor está, não mais na origem da venda.

Isso muda tudo: precificação, margens e competitividade.

Preço padronizado? Agora é risco

Empresas que aplicam preços fixos para todo o país terão de rever seus modelos. Como a alíquota muda de estado para estado, a margem pode evaporar dependendo de onde está o comprador.

E mais: o frete também passa a ser impactado pela nova carga tributária, exigindo ajustes finos na formação de preço.

Marketplaces, créditos e novas dores de cabeça

Quem vende por marketplaces precisa ir além da nota fiscal: será necessário acompanhar a geração e o aproveitamento de créditos tributários ao longo da cadeia. Ignorar esse ponto pode levar a ineficiências operacionais e prejuízos silenciosos.

Simples e Presumido: rever para sobreviver

Com as mudanças, o regime tributário deixa de ser só uma escolha financeira e passa a ser também uma decisão estratégica. Muitos e-commerces no Simples Nacional ou Lucro Presumido terão de reavaliar seu enquadramento.

Tecnologia e contabilidade: agora são centrais

A gestão fiscal no e-commerce não pode mais ser “coisa do contador”. A integração entre tecnologia, pricing e fiscal será determinante para manter a empresa competitiva — e em conformidade.

Quem se antecipa, lucra.

CONFLITO ENTRE SÓCIOS VIRA AMEAÇA SEM GOVERNANÇA
Desentendimentos entre sócios não são exceção — fazem parte da rotina de qualquer empresa. O que transforma uma divergência em ameaça real ao negócio é a ausência de governança estruturada, contratos claros e mecanismos de decisão bem definidos.

Empresas que operam com acordos genéricos ou desatualizados ficam vulneráveis a impasses que travam decisões, minam a confiança e geram insegurança para o time, investidores e mercado.

O custo invisível do conflito mal gerido

Conflitos mal administrados não precisam chegar à justiça para causar prejuízo. Eles:

Adiam projetos estratégicos
Paralisam decisões importantes
Enfraquecem lideranças
Criam tensão interna permanente
Atrapalham o crescimento
Quando o problema se torna público, o dano vai além: a reputação da empresa também sofre.

Governança não evita o conflito — mas evita o caos

Como destaca o especialista Sandro Wainstein, o erro está em esperar que o problema se torne insustentável para agir. O ideal é trabalhar com gestão societária preventiva, baseada em:

Regras claras sobre papéis e decisões
Acordos de sócios atualizados
Mecanismos ágeis de solução de conflitos
Estrutura jurídica que acompanhe a evolução do negócio
A boa governança não “acaba” com divergências — ela transforma o embate em processo de amadurecimento estratégico, sem comprometer o funcionamento da empresa.

Governança é tão importante quanto fluxo de caixa

Empresas costumam planejar fluxo de caixa, metas de vendas e expansão de mercado. Mas negligenciam a gestão da sociedade — exatamente onde tudo pode desmoronar.

Organizar a governança é garantir que a empresa continue operando com previsibilidade, mesmo diante de desacordos internos.

 
REFORMA TRIBUTÁRIA MANTÉM RET E EVITA IMPACTO EM INCORPORAÇÕES
A regulamentação da Reforma Tributária trouxe um alívio importante para o setor da incorporação imobiliária: os empreendimentos já enquadrados no Regime Especial de Tributação (RET) não serão automaticamente migrados para o novo sistema de IBS e CBS.

Isso significa que projetos já estruturados sob o modelo de patrimônio de afetação continuarão em um regime simplificado, preservando a lógica contratual e financeira já prevista.

Previsibilidade que evita insegurança jurídica

Para contratos de longo prazo, como os típicos de incorporações, a previsibilidade tributária é essencial. Alterar o regime no meio do caminho poderia causar desequilíbrio econômico, comprometer rentabilidade e abrir espaço para disputas jurídicas com compradores e investidores.

A nova regra atua como um mecanismo de proteção: cria uma transição com base em critérios objetivos, respeitando o modelo anterior e oferecendo tempo para planejamento.

Regime favorecido também alcança habitação social

O tratamento especial também foi estendido aos empreendimentos de interesse social, com um regime ainda mais benéfico. Isso mostra o papel extrafiscal da tributação, alinhando política tributária com objetivos sociais, como a promoção do acesso à moradia.

 
REFORMA TRIBUTÁRIA EXIGE AÇÃO ESTRATÉGICA IMEDIATA
A Reforma Tributária já começou a impactar as empresas, mesmo em sua fase de transição. A criação do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e da CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) não muda apenas o cálculo dos tributos, mas altera toda a lógica operacional do consumo no Brasil.

A nova realidade exige:

Revisão de contratos e margens
Reconfiguração de sistemas
Reestruturação dos cadastros fiscais
Ajustes operacionais em escala
Empresas que tratarem a mudança como algo “para depois” estão perdendo tempo — e competitividade.

Parceria entre empresa e contador agora é estratégica

A complexidade do novo modelo tributário exige um nível mais alto de integração entre empresa e contabilidade. O contador deixa de ser um mero executor para assumir papel consultivo e estratégico.

Isso inclui:

Revisar a qualidade dos dados enviados
Compartilhar decisões sobre precificação e créditos
Reorganizar responsabilidades e prazos
Falta de alinhamento hoje pode virar prejuízo amanhã.

Conhecimento interno é chave para decisões seguras

Não basta terceirizar: a equipe também precisa entender o novo cenário. As áreas fiscal, financeira, comercial, jurídica e de tecnologia devem estar integradas e capacitadas.

As decisões sobre tributação vão impactar diretamente:

Margem de lucro
Política comercial
Fluxo de caixa
Remuneração e comissionamento
Modelagem tributária personalizada: sem ela, não há planejamento

Cada negócio será impactado de forma diferente. A saída é investir em modelagens econômico-tributárias específicas, que permitam:

Simular impactos reais no negócio
Avaliar regimes tributários e incentivos
Projetar cenários e planejar ajustes
Essas análises evitam decisões genéricas que podem custar caro.

Ajustes operacionais são inevitáveis

Com os impactos mapeados, o foco se volta à execução estruturada das mudanças, com ações como:

Parametrização de ERPs e NF-e
Atualização de regras de precificação
Criação de novos controles internos
Revisão de contratos e políticas de incentivo
A governança tributária ganha protagonismo — e precisa ser tratada como prioridade.

Comunicação com o mercado: evite surpresas

Empresas precisarão alinhar expectativas com fornecedores, parceiros e clientes sobre:

Repasses de tributos
Novos preços
Condições contratuais
Tudo isso enquanto monitoram constantemente riscos de falhas cadastrais, perda de créditos e distorções operacionais.

A reforma não é só jurídica — é estrutural

A mudança não é apenas de lei, mas de modelo de negócios. A forma como a empresa lida com consumo, preço e cadeia tributária está sendo redesenhada.

Quem investe agora em capacitação, diagnóstico técnico e execução coordenada vai sair na frente — com mais segurança, eficiência e visão estratégica.

Perfeito, continuo abaixo com a transcrição integral das matérias finais.

Fonte: 

NEWSLETTER ALB DIREITO EMPRESAR…

 
VALUATION E M&A VALORIZAM ESCRITÓRIOS CONTÁBEIS
Contabilidade virou ativo estratégico

O tema Valuation e M&A (Fusões e Aquisições) já chegou com força ao universo contábil. Em um mercado cada vez mais competitivo, com pressão por tecnologia, escala e carteira qualificada, escritórios começaram a olhar para crescimento por incorporação ou venda estratégica.

Hoje, saber quanto vale o seu negócio contábil é parte da estratégia — não luxo de grandes empresas.

Por que esse movimento está crescendo?

A contabilidade vive um cenário de:

Consolidação do mercado
Busca por eficiência operacional
Aumento da concorrência tecnológica
Mudança no perfil do cliente
Nesse contexto, avaliar o valor do negócio e estar aberto a fusões, parcerias ou aquisições virou ferramenta de expansão — e, em alguns casos, de sobrevivência.

O que define o valor de um escritório contábil?

Não basta olhar o faturamento. Um valuation contábil analisa:

Base de clientes e retenção
Modelos de cobrança (fixo x variável)
Recorrência de receita
Estrutura operacional e escalabilidade
Governança e tecnologia embarcada
Escritórios com processos estruturados, dados organizados e uso de tecnologia tendem a valer mais — e atrair mais interessados em fusões ou compras.

M&A não é só “vender” — é crescer com inteligência

Fusões e aquisições no setor contábil podem significar:

Entrada em novos mercados ou nichos
Acesso a portfólios prontos e clientelas fiéis
Ganhos de eficiência via tecnologia e padronização
Valorização da marca e posicionamento estratégico
 
CUIDADOS COM BANCOS DIGITAIS PROTEGEM O CAIXA DA EMPRESA
Os bancos digitais facilitaram muito a vida de empreendedores e pequenas empresas nos últimos anos. Mas, com o aumento de casos de liquidação extrajudicial, o alerta está aceso: é hora de ser criterioso na escolha da instituição financeira.

O Sebrae divulgou recomendações para ajudar o empreendedor a evitar armadilhas e proteger seu negócio.

Verifique a autorização no Banco Central

Antes de abrir conta, o primeiro passo é conferir se o banco está autorizado a operar pelo Banco Central e se é associado ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que protege até R$ 250 mil por CNPJ/CPF em caso de quebra da instituição.

Esse cuidado é fundamental para preservar o caixa da empresa em situações de risco.

Conta PJ separada: controle e organização

O Sebrae reforça: abra sempre uma conta exclusiva para a empresa. Misturar finanças pessoais e empresariais compromete o controle contábil, dificulta obrigações fiscais e aumenta o risco em fiscalizações.

Separar as contas também facilita o relacionamento com contadores e o planejamento financeiro.

Segurança e reputação contam (e muito)

Avalie se o banco oferece:

Autenticação multifator (MFA)
Políticas antifraude
Boa reputação em sites como consumidor.gov.br
Instituições com histórico limpo e menor índice de queixas oferecem mais estabilidade para operações diárias como recebimentos, pagamentos e movimentações.

Promessa de lucro alto? Desconfie

Cuidado com investimentos que prometem rentabilidade muito acima da média. CDBs que “pagam demais” podem indicar risco elevado ou fragilidade financeira da instituição.

Compare ofertas com benchmarks como o Tesouro Direto ou o CDI antes de investir.

O que fazer em caso de liquidação do banco?

Cadastre-se no site ou app do FGC para solicitar o ressarcimento
Transfira suas operações para outra instituição regulada
Não faça novos aportes na conta até a situação ser resolvida
3 passos práticos antes de abrir uma conta digital

Pesquise: verifique se o banco é autorizado pelo BC e associado ao FGC
Avalie a segurança: confira políticas de proteção e índice de reclamações
Compare tarifas e serviços: não concentre tudo em um único banco
 
INDISPONIBILIDADE NOS SISTEMAS DO CFC AFETA ROTINA CONTÁBIL
O Conselho Federal de Contabilidade (CFC) confirmou a indisponibilidade temporária dos sistemas DECORE, COAF e CNAI, afetando diretamente a rotina de contadores e escritórios de contabilidade em todo o país.

Esses sistemas são fundamentais para:

Emissão de declarações de renda (DECORE)
Comunicação obrigatória ao COAF
Consulta e registros no Cadastro Nacional de Auditores Independentes (CNAI)
Sem previsão de retorno

Segundo o comunicado oficial do CFC:

A instabilidade está sendo tratada
Não há prazo definido para a normalização
Não foram divulgadas soluções alternativas até o momento
A ausência desses serviços pode causar atrasos operacionais, principalmente em processos que dependem de declarações formais para operações financeiras ou auditorias.

O que o empresário precisa saber

Se a empresa depende de documentos emitidos por contadores, como a DECORE (exigida por bancos, financiamentos e comprovações de renda), espere possíveis atrasos.

O ideal é:

Ajustar prazos com instituições financeiras ou clientes
Manter contato frequente com o contador responsável
Acompanhar os canais oficiais do CFC para atualizações
 
COPOM MANTÉM SELIC EM 15% E ABRE SINAL PARA QUEDA DOS JUROS
O Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu manter a taxa Selic em 15% ao ano, mas com uma sinalização importante: o ciclo de queda dos juros pode começar em breve, caso o cenário inflacionário continue evoluindo positivamente.

A decisão reflete o equilíbrio entre:

Inflação em desaceleração
Expectativas ainda acima da meta
Cenário externo incerto
Inflação cede, mas expectativa ainda preocupa

Apesar da queda da inflação corrente, as projeções para 2026 e 2027 ainda estão acima da meta oficial, o que justifica a manutenção de uma política monetária restritiva por mais tempo.

O Copom vê melhora nas condições, mas espera consolidação do processo de desinflação e reancoragem das expectativas para iniciar cortes.

Atividade doméstica modera, trabalho resiste

A economia brasileira mostra sinais de moderação no crescimento, mas com um mercado de trabalho ainda aquecido, especialmente no setor de serviços. Isso exige monitoramento cuidadoso, já que aumento de renda sem ganho de produtividade pode pressionar preços.

Política fiscal também entra no radar

O Copom ressaltou a importância da harmonia entre política fiscal e monetária. Gastos públicos e percepção sobre sustentabilidade da dívida influenciam diretamente o risco país e o comportamento dos juros de longo prazo.

O que esperar agora?

A próxima reunião do Copom, prevista para março, será decisiva. Se os dados econômicos confirmarem o cenário esperado, os primeiros cortes na Selic devem começar.

A intensidade e duração do ciclo de queda dependerão da evolução do cenário fiscal, externo e da resposta da inflação.

Perfeito. Segue a parte final da transcrição integral da newsletter.

Fonte: 

NEWSLETTER ALB DIREITO EMPRESAR…

 
IA IMPULSIONA ASCENSÃO DE JOSH D’AMARO COMO CEO DA DISNEY
A nomeação de Josh D’Amaro como novo CEO da The Walt Disney Company, marcada para março de 2026, não é apenas uma troca de liderança. É uma declaração estratégica: a Disney está se preparando para um mundo em que a inteligência artificial muda tudo — menos a emoção da experiência física.

D’Amaro construiu sua trajetória liderando a divisão de parques e experiências da Disney, e foi justamente esse histórico que o colocou no centro da sucessão. Por quê? Porque no novo jogo da economia do entretenimento, quem entrega o que a IA não pode replicar, ganha.

IA barateia o conteúdo. E agora?

Com o avanço da IA, produzir filmes, animações e roteiros se tornou mais rápido e barato. Isso reduziu o valor de mercado do conteúdo tradicional — algo que sempre foi o coração da Disney.

Mas, ao mesmo tempo, aumentou o valor do que a IA ainda não consegue entregar: a vivência no mundo real.

Parques temáticos, experiências imersivas, cruzeiros e narrativas interativas ganham protagonismo. E é exatamente aí que D’Amaro brilha.

O que o mercado (e sua empresa) devem aprender com isso

A ascensão de Josh D’Amaro ao comando da Disney ensina uma lição valiosa: em tempos de disrupção, o diferencial está no que a tecnologia não consegue automatizar.

Para outros setores e empresas, o recado é direto:

Revisite seu modelo de valor: o que você entrega que a IA não entrega?
Aposte em experiências, relacionamentos e presença real
Invista em lideranças com capacidade de inovar fora da tela
A Disney escolheu o futuro — e não é digital puro.

A decisão não nega a tecnologia. Pelo contrário: a Disney continuará apostando em IA. Mas agora, com um CEO que entende que o lucro está na interseção entre tecnologia e experiência humana.

 
COMUNICAÇÃO INTERNA VIROU ENGAJAMENTO DE VERDADE
Em tempos de excesso de mensagens e múltiplos canais, a comunicação interna deixou de ser um recado no mural ou um e-mail perdido. Ela agora é ferramenta estratégica para cultura, engajamento e reputação.

A Roche Diagnóstica é um exemplo claro: reformulou sua newsletter interna e transformou um canal comum em central de conexão com o propósito da empresa.

Resultado?

Taxa de abertura da newsletter subiu de 73% para mais de 90%
92% dos colaboradores passaram a confiar mais na comunicação oficial
Clareza estratégica, alinhamento e redução de ruído
De receptor a protagonista: o colaborador ganhou voz

Mais do que informar, a Roche decidiu empoderar seus profissionais para serem porta-vozes no ambiente digital. O programa Roche Stars formou colaboradores de diferentes áreas para atuarem no LinkedIn com autenticidade e alinhamento de valores.

Em menos de um ano:

Foram 175 publicações autorais
Crescimento de 75% nos seguidores da empresa
Engajamento médio de 15% — 200% acima do mercado
Isso mostra o poder da voz real de quem vive a empresa por dentro.

Comunicação que gera pertencimento (e resultados)

Quando feita com estratégia, a comunicação interna:

Reduz ruídos e aumenta a confiança
Alinha equipes com clareza de propósito
Fortalece cultura e bem-estar
Impulsiona a reputação digital da marca
O segredo está na consistência, curadoria de conteúdo e canais bem definidos. Mas principalmente, em tratar o colaborador não só como público, mas como parte ativa da mensagem.

 
TENDÊNCIAS 2026: MARCAS PRECISAM CONECTAR, NÃO SÓ VENDER
De acordo com Paula D'Almeida, cofundadora do Grupo If, o comportamento do consumidor está mudando radicalmente. Em vez de estímulo visual ou digital excessivo, o mercado agora vive um “retorno ao real”. Com saúde em foco e um novo senso de comunidade, marcas precisam repensar suas estratégias com urgência.

Ela mapeou 7 tendências que estão redefinindo o relacionamento entre marcas e clientes. Cada uma representa uma oportunidade prática de gerar valor real, engajamento emocional e vantagem competitiva.

1. Gastronomia funcional substitui indulgência

Com o crescimento do uso de medicamentos para controle de peso, como Ozempic e Mounjaro, o consumo alimentar está sendo reconfigurado. Alimentos ultraprocessados perdem espaço para itens leves, proteicos e funcionais.

Marcas que apostarem em experiências sensorialmente imersivas (aromas, sons, respiração, temperatura) sairão na frente.

O desafio: entregar prazer com consciência e bem-estar.

2. Vida offline vira novo luxo

Consumidores estão reduzindo tempo de tela e buscando marcas que proporcionem experiências reais e interações humanas.

Aulões, workshops e encontros presenciais viram ferramentas de fidelização.

O digital serve de ponte — mas o elo se constrói no físico.

3. Menos performance, mais equilíbrio

O foco de consumo está na moderação e saúde mental. Marcas antes ligadas ao excesso precisarão se adaptar com:

Porções menores
Produtos com propósito
Posicionamento alinhado ao bem-estar emocional
4. Pay to play: o consumidor paga por experiência

Clubes de benefícios, eventos fechados e experiências pagas ganham espaço. O valor está no acesso, na comunidade, na vivência — não só no produto.

Exemplo: adiClub (Adidas) mistura pontos, exclusividade e lifestyle.

Boardgames e jogos sociais voltam como formas de conexão autêntica.

5. Microssegmentação por paixões, não por idade

Esqueça idade e gênero. O futuro está na afinidade emocional. Marcas precisam perguntar: “Qual paixão em comum estamos conectando?”

Comunidades criativas, clubes do livro e cenas musicais são exemplos de tribos reais ou digitais.

Eventos devem ser construídos com códigos culturais, não apenas com dados demográficos.

6. Fandom como novo canal de engajamento

O fã deixou de ser espectador — virou coprodutor da marca. Experiências como “Round 6: The Experience” mostram o poder da imersão no universo da marca.

Fandoms são comunidades leais, horizontais e engajadas.

Para a marca, é um ecossistema vivo — e altamente ativável.

7. Loja física como espaço de convivência, não de venda

O ponto de venda precisa oferecer curadoria emocional, hospitalidade e experiência sensorial.

Comprar virou detalhe — o foco agora é pertencer.

Atendentes se tornam anfitriões, e a loja vira ponto de encontro.

Exemplo: Nude Project, marca mexicana que cresceu com transparência, humor e vulnerabilidade.

O que isso tudo significa para o empresário?

O consumidor quer menos marketing e mais verdade
O produto importa, mas a experiência e a identificação cultural valem mais
Quem atualizar seu modelo de relacionamento agora terá vantagem clara no mercado
 
OPENAI PROMETE UM “EXÉRCITO” DE FUNCIONÁRIOS ARTIFICIAIS
A OpenAI anunciou a plataforma Frontier, uma solução que permite às empresas criar, gerenciar e operacionalizar agentes de inteligência artificial que funcionam como “funcionários artificiais” — capazes de executar tarefas rotineiras, integrar sistemas e aprender com o uso ao longo do tempo.

Essa proposta vai além das ferramentas tradicionais de IA: os agentes são projetados para atuar dentro dos processos corporativos, com contexto compartilhado, memória e controle de permissões, facilitando automações complexas e conectando fluxos de trabalho fragmentados.

O que isso significa para as empresas

Empresas de grande porte como HP, Oracle e Uber já estão testando ou adotando a plataforma. A ideia é que esses agentes possam executar tarefas normalmente feitas por humanos, como processamento de dados ou análise de documentos, liberando equipes para focar em atividades mais estratégicas.

Para negócios que dependem de eficiência operacional ou automação inteligente, a chegada de “funcionários artificiais” representa:

Redução de retrabalho e erros operacionais
Maior velocidade na entrega de tarefas repetitivas
Conectividade integrada entre sistemas e fluxos de dados
A IA como parte da equipe

Com o avanço dessa tecnologia, o papel da IA nos negócios deixa de ser complementar — ela passa a ser participante no dia a dia operacional, semelhante a um colaborador digital.

Isso pode acelerar o ritmo de transformação digital nas empresas e elevar a produtividade sem aumentar a equipe humana.

 
RESUMO DO MERCADO
PANORAMA ECONÔMICO E FINANCEIRO
A nova tributação mínima de 10% sobre a renda global de pessoas físicas com mais de R$ 600 mil por ano já começa a influenciar estratégias de investidores, empresários e profissionais liberais. A medida, válida a partir da declaração de 2026, exigirá atenção especial à composição da renda e à escolha de ativos para evitar surpresas no ajuste anual.

Enquanto isso, o Goldman Sachs vê a agenda de reformas de Javier Milei como potencial influência para o debate fiscal brasileiro nos próximos anos. Caso a Argentina mostre melhora consistente nos indicadores, pode servir de referência regional em meio ao cenário eleitoral de 2026.

No exterior, a China passou a exercer influência direta na formação dos preços do ouro e da prata. A Bolsa de Futuros de Xangai tem liderado movimentos especulativos e definido o ritmo global dos metais preciosos, desafiando o domínio histórico dos mercados de Londres e Nova York.

 
MERCADO (RESUMO DA SEMANA)
Ibovespa: 182.949,78 pontos (+0,87%)
Dólar: R$ 5,22
Euro: R$ 6,17
Selic: 15,00% a.a.
CDI: 14,90% a.a.
Poupança: 0,5% ao mês + TR
Inflação 12 meses: 4,26%

Por que o dólar abaixou nesta semana?

O dólar caiu principalmente devido à melhora no apetite global por risco, com investidores voltando a mercados emergentes diante da expectativa de cortes de juros nos EUA ainda em 2026. Além disso, a entrada de capital estrangeiro na bolsa brasileira e a estabilidade dos fundamentos fiscais ajudaram a fortalecer o real.